H1N1 – PREVENIR, PRECAVER, PRECISANDO DE ALGUM ESCLARECIMENTO ESCLARECEDOR.

 Poderia ser redundância, mas diante do que se vê, nem todo esclarecimento esclarece, em algumas situações por falta de esclarecimento do esclarecedor, ou mesmo pela falta de vontade de se fazer claro. Quando uma história longínqua, que versava sobre o relacionamento entre um mexicano e um porco, começou na internet, tinha início o caos da informação mais absurdo do sul do mundo. Desde a letalidade do famigerado H1N1, até a forma de propagação da Gripe Suína, uma bordoada de informações corria pela internet e pela mídia tradicional.

Mas o informante Lula do Palhaço do Planalto (não é erro de digitação), dizia que o Brasil estava preparado para combater a doença. Tal qual os americanos fizeram para prevenir atentados após o “11 de Setembro”, os aeroportos foram fiscalizados com o rigor que o brasileiro conhece. A grande cagada das autoridades, foi acreditar que o vírus só viajava de avião, e esquecer que o Brasil é um país com fronteiras de dimensões continentais. E assim, enquanto a torcida desorganizada esperava a entrada de “sua excelência H1N1” pelos aeroportos, ele cruzou a fronteira da Argentina com o Rio Grande do Sul, a pé, de carona com o caminhão, ou mesmo no beijo da argentina que namorava o Zezinho.

Mas com o bichinho correndo solto, novamente as autoridades autofágicas alertavam que não era caso de alerta. “Trata-se de uma gripe como qualquer outra” diziam os ministros que posteriormente se negariam a ministrar o remédio a todos. Suspenderam as aulas nas escolas, faculdades, e continuaram com os cinemas, shoppings, bares e lupanares em pleno funcionamento. Ao perceber o motivo de tanta informação desinformada, é de se considerar um simples fato. Na realidade, medidas paliativas como adiamento do reinício das aulas, buscavam tão somente conseguir algum tempo para que fossem produzidos os remédios e vacinas que combatem a Nova Gripe.

Enquanto Lula falava que o Brasil estava preparado, na realidade ele estava tentando arranjar algum tempo para que o Brasil se preparasse, o que lamentavelmente não ocorreu.

Por qual razão se poderia afirmar que o Brasil não está preparado? Ao visitar nossa fria e gripada capital paranaense, o Ministro da Saúde, em verdadeiro atentado a ela, diz que não se deve ministrar o remédio a todos que apresentarem os sintomas da gripe.

 Assim, o que se tem é um ministro da saúde dizendo que o remédio só deve ser ministrado quando o caso é grave. E como medir esse grave? Grave como já foi para 25 pessoas que perderam a vida com a doença? O remédio é uma espécie de troféu, que não é para qualquer um? Apenas alguns felizardos haverão de receber o prêmio? Por qual motivo? Não há remédio para todos?

E no meio de tudo isso, uma guerra de informações, ou de falta delas, tenta manter o público alerta mas sem alardes. Tenta acalmar o público colocando-o com os nervos a flor da pele. Enquanto para o governo, que já deve ter tomado sua vacina, os números são pequenos, para os alarmistas de plantão, “Poetas do Armagedom da Internet”, criam história dizendo que já morreram milhares de médicos que heroicamente combatiam a gripe.

Na realidade, mais uma vez o brasileiro sai quebrado. Bombardeado por informações, pela falta de qualidade delas, e pelo descrédito das fontes dessas informações, sejam os políticos débeis e mentirosos , os cineastas da ficção catastrófica na internet, ou mesmo a mídia comprometida com o poder político, ou cuidadosa para evitar a histeria coletiva, estamos sem nenhuma informação.

Como julgar?

A nossa situação é mais ou menos semelhante com a situação do pai de quadrigêmeos que tenta apartar a briga dos quatro filhos clones, de binóculo e celular na mão. É praticamente impossível saber quem é quem no meio dessa balburdia. Resta-nos então apenas prevenir-se não só do vírus H1N1, mas também precaver-se inclusive das informações distorcidas que chegam até nós.

A certeza que nos resta?

É que os fabricantes de álcool mais uma vez vão enriquecer muito.

Alguém usará nas próximas eleições, os efeitos da pandemia para se eleger no ano que vem.

E o Paraná?

O Paraná deve permanecer na segunda divisão no ano que vem também.

Mas isso é uma mera opinião.

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BRIGA DE “EX” NO SENADO, E CERVEJA A R$25 (MAS COM DIREITO A PIPOQUINHA).

0 EX 

Pedro Simon, e é certo que deve ser “ex-alguma coisa”, subiu à tribuna do Senado para tentar fazer ex-presidente da casa, o ex-presidente da República José Sarney. Em seu socorro, surge o já ex-presidente do Senado Renan Calheiros(que deixou o cargo não foi por falta de esforço e de vontade de segurar a cadeira), invocando a moral que já não tem, em virtude da pensão que pagava de forma obscura a uma namorada, ex-capa de uma revista masculina.

Mas Pedro Simon, correndo o risco de ser “excomungado pelo papa do PMDB”, seguiu em sua ríspida crítica, usando inclusive de um registro histórico comprometedor contra Calheiros, que apoiava o ex-presidente Collor, porém, roeu a corda quando a “nau collorida” foi a pique,

Com olhar de ex-marido que flagra o porteiro com a mão em decote alheio, o ex-presidente Collor se insurgiu em defesa do ex-presidente Sarney, apoiando o ex-presidente do Senado Calheiros, expelindo fogo e explodindo em ira.

Depois da explosiva explanação do ex-presidente Collor, o ex-candidato Cristóvão Buarque manifestou-se externando seu apoio ao Senador Pedro Simão. Da mesma forma, favorável à renúncia do ex-presidente Sarney (para que se torne ex-presidente do Senado), é o ex-marido de Marta Suplicy, Eduardo Suplicy. Também o ex-candidato paranaense Flávio Arns é a favor da renúncia.

Interessante também neste bloco, é o apoio do Senador Jarbas Vasconcelos, que também tem uma ex-namorada que já posou para uma revista masculina.

Parece mesmo que o povo brasileiro gosta é de “ex” e de revista masculina.

Falando em revista masculina, do jeito que as coisas andam, falta pouco para que o Senado vire uma daquelas boates com cerveja em lata vendida a R$ 25,00, mas se pedir um baldinho com seis, tem direito a uma pipoquinha e um show de quinze em quinze minutos.

Resta saber se Lula vai frequentar essa casa também, pois amigo do gerente ele é.

Dentre os poucos pilares que seguram o Senado, está Cristóvão Buarque, e também Pedro Simon.

Aliás, depois de tantos “ex”, encontrei um ex para o discurso de Pedro Simon.

ESPLÊNDIDO!

Não é com “x”, mas é verdade.