MAIS UM VÍRUS, E OUTRO GÊNIO DA COMPUTAÇÃO QUE É IGNORANTE NA PRÓPRIA LÍNGUA

Ta aí. Mais um vírus, e que envolve o Bradesco.

Mas tem do Santander também

 

Teste seu conhecimento sobre futebol para a Copa do Mundo

1. Lateral esquerdo da Seleção Brasileira:
( ) Roberto Carlos

( ) Erasmo Carlos

( ) Ney Matogrosso


2. Ex-capitão da seleção brasileira e atualmente técnico:
( ) Dunga

( ) Soneca

( ) Feliz

3. Centroavante da Argentina:(boa!)
( ) Batistuta

( ) Prostituta

( ) Filho da P…

4. Atacante do Chile:
( ) Salas

( ) Cozinhas

( ) Banheiros


5. Meia da Colombia:
( ) Valderrama

( ) Valderruba

( ) Valdestroi

6. Meia da França
( ) Zidane

( ) Ziferre

( ) Zifoda

7. Atacante da Croacia:
( ) Boban

( ) Tontan

( ) Idiotan


8. Atacante da Argentina:
( ) Crespo

( ) Liso

( ) Pichaim

9. Lateral direito da Seleção Brasileira: (puts)
( ) Cafú

( ) Tofú

( ) Sifú


10. Goleiro do Chile:
( ) Tapia

( ) Soquio

( ) Múrrio

11. Capitão da Espanha:
( ) Hierro

( ) Hiengano

( ) Hiequivoco


12. Goleiro dos Camarões
( ) Songo

( ) Mongo

( ) Tongo

13. Zagueiro da África do Sul:
( ) Mark Fish

( ) Mark Bacon

( ) Mark Lanche Feliz

14. Zagueiro da África do Sul:
( ) Issa

( ) Iiiissa!!!

( ) Woo Hooo!!

15. Atacante da Iugoslávia:
( ) Mijatovic

( ) Peidatovic

( ) Cagatovic

16. Atacante da Holanda:
( ) Cocu

( ) Copinto

( ) Codedo

17. Atacante da Espanha:
( ) Kiko

( ) Chaves

( ) Sr Madruga


VOZES DO ALÉM

Se o Justus realmente pensa que o Ministério Público está em defesa dele, singnifica que ele está ouvindo vozes. Renuncia homem  de …

Pensando bem, melhor deixar Deus fora disso.

FILOSOFIA CURTA E GROSSA

Aos quarenta anos, o homem começa a pensar mais na vida. Suas ereções duram menos tempo.

domingo, 4 de novembro de 2007

DESCUBRA O QUE HÁ NO BOLSO DO NELSON JUSTUS, E GANHE UM CARGO DE ASSESSOR DA PRESIDÊNCIA DA AL.

O que será?

Balas de menta, ou algum promotor público?

O dossiê de Anibal Cury ou passagens para um paraíso fiscal?

Os nùmeros da loteria, ou telefones do Tribunal de Justiça?

E em ano de copa …

… ingressos para a final ou o próprio Lionel Andrés Messi?

Este não estava com o Lúcio?

A nós não parece que tenha algo de muito valor, mas como o blefe faz parte da jogatina, quem quer ganhar um bom dinheiro, tem que se arriscar mesmo. Interessante só aproveitar e responder as pergutas de “Sua Excelência o Todo Presidente”, e comentar os seus argumentos.

1)” Como é que eu poderia saber de funcionários que estavam contratados, agricultoras fantasmas que recebiam valores altos sem trabalhar? Não podia. Não sabia de jeito nenhum.”

Diante de tal pergunta, só nos resta uma outra pergunta: Como é que o senhor chegou à presidência pensando desse jeito?

O senhor deveria estar falando da Assembleia do Acre…

2) “Eu jamais vi uma folha de pagamento. Nunca assinei um cheque na Assembleia.”

Essa é a defesa boa, mas para o processo criminal. Para o âmbito administrativo ela é absurda. E no mesmo âmbito administrativo é que surge outra pergunta: O que é exatamente que o senhor fez por aí?

3) “O Bibinho era o homem que cuidava da Casa. Eu confiava nele. A Direção da Casa era como se fosse terceirizada. Ele (Bibinho) dirigia a Casa.”

Essa figura do “homem da casa”, se presta tão somente a definir que não é o homem da casa. Quem manda e quem é subserviente. Quem é vassalo e quem é suzerano. Deixemos as questões passionais para os casais.

Vamos ao Direito.

Neste caso, ousamos lançar o “Mini Manual Sinóptico Resumido e Sintetizado Super Fácil da Responsabilidade Administrativa do Administrador Público”. Um livreto de um parágrafo, escrito em Arial 14 para ocupar um terço da página.

Antes, é de se saber: Já ouviu falar em “Culpa in Eligendo”?

Não tem nenhuma relação com a Eleição que o senhor está acosutamado, apesar de que todo aquele que votou no senhor, tem culpa sim.

Mas essa figura jurídica o manual explica.

Culpa in Eligendo, é aquela que determina a responsabilidade de quem nomeia, de todo aquele que investe de poder, autoridade ou prerrogativas, que difere da Culpa in Vigilando, em face de que esta incumbe a quem tem o dever de vigilância.

Para explicar o Direito, a quem nem é tão direito assim, seria o mesmo que: Ao emprestar seu carro para alguém, o proprietário fica responsável por eventuais danos que forem causados na condução do veículo.

E se o senhor não é o presidente desta Casa, faça-me o favor de chamar o responsável, que este tenho certeza que não está em sua pessoa.

Em falar em veículo, como está o Inquérito do filho do Bibinho? Aliás o senhor está com os documentos no bolso?

Ou seria outra coisa que o senhor espertão tem por aí?

JUSTUS ROMANELLI E GRECA. VOLTA PRO MAR TARTARUGUINHA!

SERIA O BLOCO “C”, DE CORRUPTO MESMO?

Diários Secretos, mais Pedágio, mais a Nau que não Navega …

Ao assistir a seção da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira, surpreendeu-me a falta de postura do presidente da casa, porém, marcante mesmo, muito mais foi o manifesto de seus comparsas que se insurgiram em seu apoio. Após uma retaliação passional, onde o Presidente usou, abusou e extrapolou de seus poderes, dirigindo ataques pessoais contra o Deputado Ney Leprevost, inclusive cassando-lhe a palavra no momento em que se defendia, em face de que houvera feito críticas imprescindíveis à reabilitação moral da casa e sensatas na explanação, surtaram e  engrossaram o coro dos imorais, contra Ney e a favor de Justus, os deputados Greca e Romaneli.

Como sugestão, em nível de férias, já que a renúncia lhe abalaria o psiquê, quem sabe fosse uma boa oportunidade para que Justus, convidasse Romaneli para ir à praia. Este sabe bem como burlar o pedágio que ainda nos cobram. E quem sabe no litoral, pudessem navegar por uns dias, mar adentro, e bem adentro, mais adentro ainda se possível for, com o barco de Greca. Mas quando refiro-me ao barco de Greca, falo daquele, réplica dos quinhentos anos, que custou milhões  nunca navegou, vergonha dessa terra tão feliz por natureza, mas naturalmente infeliz e acostumada a essa falange de imorais.

Volta para o mar tartaruguinha!

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DEPUTADO NELSON JUSTUS

Ocupo-me mais uma vez da árdua tarefa de lhe dirigir a palavra, em face de ter me tornado testemunha de sua postura pusilânime, fraca na essência e vil pelo interesse de calar a justa crítica. A postura adotada, ao desligar o microfone do deputado que exercia a justa defesa contra os seus ataques pessoais, lembra-me com alguma clareza, mas nenhuma nostalgia, de um moleque da Campina do Siqueira.

Filho de pai rico e ausente na educação, moleque franzino e de pouco esforço e dedicação, não tinha qualquer habilidade com a bola, mas pelo capotão que o seu pai lhe deu por mimo, frequentava com seu narizinho rosado os campinhos de terra batida do bairro da zona leste da Capital. E ali, de calças curtas, botas ortopédicas e gomalina no cabelo, o moleque condicionava o empréstimo da bola à participação na partida.

Em face do compreensível sonho dos meninos da Campina, em poder jogar com uma bola oficial, nas primeiras vezes em que o engomadinho ofereceu a bola, a piazada logo aceitou a condição, e o moleque cheirando a sabonete, logo se ocupava da posição de centroavante, parado ali na banheira, esperando que todos os demais lhe servissem com passes precisos, seguidos depois dos chutes mais bizarros que se possa imaginar.

E ali, o moleque cansava seus companheiros. Com as canelinhas finas, jogava-se ao chão e exigia a falta diante de qualquer dividida. Era na realidade não só um péssimo jogador, mas um péssimo juiz do próprio jogo. Abusava da paciência, e fazia com que o jogo parasse a cada minuto, inclusive quando não lhe passavam a bola. Não durava muito, para que a brincadeira acabasse em choro.

Logo alguém já propunha sacar o bem vestido moleque, em nome do bem ao futebol. Bastava que isso fosse proposto, e logo o moleque manhoso colocava a bola embaixo do braço e ia embora. O dono da bola tem que jogar, e se não jogar, ninguém mais joga. Logo, a piazada do bairro aprendeu que é melhor jogar mesmo com a bola de meia.

E a semelhança entre a figura torta e pitoresca do “Dono da Bola” com o presidente de uma Assembleia, seja ela até uma de reunião de condomínio, faz-se diante da impossibilidade de V. Exa. ouvir as críticas das quais é merecedor. Se o cargo que V. Exa. ocupa fosse perante a iniciativa privada, vossas gavetas já estariam limpas há muito tempo. Se não por envolvimento, por absoluta incompetência os mais absurdos e insólitos atos criminosos contra o erário público, aconteceram entre o seu bigode e as narinas agora trêmulas.

E ao se colocar na presidência desta assembleia, deveria ter assumido não só as honras e os poderes, inclusive o de desligar o microfone do Deputado que lhe desagrada. Ao assumir uma responsabilidade, é natural que se torne responsável (por mais pueril que pareça, aparentemente é necessário explicar). Muito mais ainda, em face de que, se lhe desagrada a postura do Deputado Ney Leprevost, desagrada por exigir de V. Exa. uma postura honrada, e mais ainda, digna da cadeira que ocupa. Não lhe parece justo que um Deputado defenda o interesse público e se manifeste de acordo com a opinião pública? Seria isso demagogia ou democracia? E se me insurjo neste momento, é porque tive a oportunidade de interpelar e exigir dos Deputados uma postura coerente diante de tanto absurdo.

Uma pena que a audiência da TV Sinal não seja suficiente a levantar contra seus atos autoritários a justa manifestação pública.

Ao dizer com voz embargada, que se sente sozinho nesta tarefa inglória, deve sim ter um mínimo de sensatez para compreender que vossos atos, ou mesmo a falta de humildade que uma renúncia denotaria, são eventos no cronograma que lhe conduziram a este ostracismo moral.

Mais uma vez, pela arrogância, pelo manifesto despreparo, pela ausência de mínimas condições, pela incompatibilidade moral com o cargo e pelas “queirolices” rotineiras de seus últimos atos, a renúncia lhe fará bem.

Não convence sua fala macia com argumentos absurdos, que ofendem a inteligência média. Não estamos diante do marido bêbado que com as calças arriadas é flagrado com a sua funcionária. Não estamos tratando de um flagra passional, onde a falta de razão é capaz de buscar um perdão para o imperdoável.

E para cada manifestação sensata interrompida por um abuso da presidência, haverá de ressurgir o eco da indignação, contra o qual, não haverá impunidade.