POR ONDE ANDA O CNJ? SABE ONDE FICA ITAPECERICA?

Com a brevidade que não me é peculiar, apenas registro a interessante data para a qual foi adiado o julgamento de um dos acusados do Caso Celso Daniel: 18 de novembro. E se a data não diz nada, oportuno registrar que dia 15 de novembro, é justamente a data em que o povo decide: Mais um mandato do PT ou não?

Justiça adia júri de envolvido na morte do ex-prefeito Celso Daniel

Justiça adia júri de envolvido na morte do ex-prefeito Celso Daniel

Da Redação – 28/07/2010 – 20h04

Publicado em

http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/JUSTICA+ADIA+JURI+DE+ENVOLVIDO+NA+MORTE+DO+EXPREFEITO+CELSO+DANIEL_70441.shtml?__akacao=292774&__akcnt=3467da45&__akvkey=49af&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=InfoUI_290710

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O juiz da 1ª Vara de Itapecerica da Serra, Antonio Augusto Galvão de França Hristov, acolheu o pedido do MP-SP (Ministério Público de São Paulo) e adiou o júri de Marcos Roberto Bispo dos Santos, acusado de envolvimento na morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, ocorrida em 2002.

De acordo com informações do MP, o adiamento foi pedido pela promotora Eliana Vendramini, responsável pelo caso, devido a uma licença por motivos de saúde.

Inicialmente, o júri estava marcado para a próxima terça-feira, 3 de agosto. Com a decisão, Hristov determinou o adiamento da sessão plenária, sendo retomada somente no dia 18 de novembro, no Fórum de Itapecerica da Serra.

O julgamento dos outros cinco acusados ainda não tem data prevista; são eles: Elcyd Brito, Itamar Messias da Silva Santos, Ivan Rodrigues da Silva, José Edison da Silva e Rodolfo Rodrigo dos Santos Oliveira. Segundo entendimendo do juiz, pesam contra eles indícios suficientes de autoria para que sejam submetidos ao conselho de sentença. O único acusado impronunciado por falta de provas foi José Erivan Aleixo da Silva.

Apontado como o mandante do crime, o ex-segurança Sérgio Gomes da Silva, que dirigia o carro em que o político estava quando foi sequestrado, também não será pronunciado, já que se defende em um processo paralelo. Gomes nega ter qualquer envolvimento com o caso.

A pedido da promotora Eliana Vendramini, o MP solicitou a participação de mais um promotor para auxiliar no caso. Dessa forma, foi designado o promotor de Justiça Francisco Cembranelli, que atua no 2º Tribunal do Júri da Capital e tornou-se conhecido principalmente após a participação no júri que condenou o casal Nardoni pela morte da menina Isabella.

O Caso

Celso Daniel foi morto há oito anos, após ter sido sequestrado, em 18 de janeiro de 2002. Dois dias depois do crime seu corpo foi encontrado em uma estrada de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. De acordo com a promotoria do caso, a morte do ex-prefeito foi planejada.



Receita e Polícia Federal devem investigar furto de 180 mil dólares do irmão de Requião.

FONTE: http://www.radioeducadora.com/educadora/ver_noticia.php?not=24254

A denúncia do furto de 180 mil dólares de dentro de seu apartamento e a exigência da devolução dos bens comprados com a quantia furtada poderão sair muito mais caro ao ex-superintendente do Porto de Paranaguá Eduardo Requião de Mello e Silva que o prejuízo dado pela ex-empregada. A avaliação é de criminalistas que acompanham o caso, desde que ele foi divulgado.

Até agora a origem dos dólares não foi informada por Eduardo Requião, embora a promotora Ângela Domingos Calixto, do Ministério Público, tenha pedido à Justiça para notificá-lo. Por outro lado, a Receita Federal também deverá abrir um processo fiscal para apurar a origem do dinheiro americano e verificar se a quantia consta na declaração de imposto de renda dele deste ano.

Se não houver esclarecimento, Eduardo Requião pode incorrer em crime de sonegação fiscal. Também a Polícia Federal deverá abrir inquérito e iniciar investigação, já que não se pode portar moeda estrangeira sem declarar a origem. Caso a PF não se manifeste, pode incorrer em crime de prevaricação. Depois de denunciada por Requião, no Centro de Operações Policiais Especiais, a doméstica confessou o furto e se dispôs a devolver a quantia, passando para o nome de Requião os bens comprados com o dinheiro. Ela transferiu para ele quatro imóveis, que somam 565 mil reais. A acusada, em documento que consta no processo criminal, alegou devolver quantia maior que o furtado, porque havia “investido” o dinheiro e para “reparar danos morais” ao ex-patrão.

Criminalistas asseguram que Requião não pode ficar com o valor excedente, cerca de 200 mil reais. Para receber pelos danos morais, ele terá que entrar com outro processo contra a ex-empregada.

(Paulo Nogueira/Com Paraná on line)

NENHUMA SURPRESA NO DESEMPENHO DAS ESCOLAS PÚBLICAS NO ENEM 2010

O resultado divulgado do ENEM, embora profundamente decepcionante e entristecedor, não causa qualquer surpresa. A análise dos números publicados, prematuramente segundo a opinião de alguns integrantes do governo, permite se ver exatamente a situação do ensino público. Mas como poderíamos nos surpreender com esse resultado?

Trata-se na realidade da mais previsível expressão da realidade de sucessivos governos que abandonam a educação e a cultura, tratando-as como artigo de luxo reservado aos poucos que acumulam grande parte das riquezas. Também aí não há surpresa, pois sendo a educação e a cultura a única riqueza não tributável neste país, nada mais óbvio, e lamentável, que ela se concentre nos redutos que acumulam o poder econômico.

Para todo aquele que assistiu o discurso do nosso grande mandatário na cerimônia de lançamento da Copa de 2014, não passa despercebido o descaso com a própria língua, a cultura e a educação. Para todo aquele que conviveu aqui no Paraná, com um governador que por sete anos demonstrou nenhuma intimidade com as palavras mágicas, com licença, por favor e muito obrigado, não é surpresa que a educação tenha implodido diante de nossas instituições de ensino.

E quem sabe por nostalgia, tentei saber dos colégios que me formaram. O Colégio Estadual Júlia Wanderley, onde cursei o primário, ficou em gloriosa posição. Apenas 9.018 escolas ficaram com média superior a ele. Já o Colégio Estadual Rio Branco, que chegou a construir índices de aprovação em vestibulares superiores a alguns cursinhos, hoje amarga a 9.247ª posição dentre 27.253 escolas. Profunda tristeza. Mas não é tão ruim, diriam os retóricos, se analisarmos que o Positivo Ambiental ocupa a 1.731ª colocação, e ainda tem muita gente pagando por isso.

Então, na busca de encontrar alguma alegria, tento localizar o Paraná no quadro geral. E realmente o Paraná está acima da média. Aliás, de todos os estados acima da média, o Paraná está em último lugar. A última colocação de todos os estados do Sul e Sudeste. É o que nos resta após esses anos de descaso. Mas não é difícil que alguém na Secretaria de Educação venha a comemorar, afinal de contas, ficamos na frente de todo o Nordeste e até do Amazonas.

COPA DO MUNDO 2014 – Algumas reflexões sobre Arena Copel, a Televisão 3D e a Camisa Oficial da Copa

Parte integrante deste povo maravilhoso, eu sou um daqueles brasileiros que de quatro em quatro anos espera ansioso pela Copa do Mundo. Tive o prazer de testemunhar três títulos mundiais, bem como, oito copas onde o país do futebol sucumbiu perante suas próprias insuficiências. Falta de organização, falta de comprometimento ou de honestidade, e falta de futebol mesmo.

Mas em todas essas Copas, enquanto crescia apaixonado pela competição, pude perceber uma coisa em comum. Campeão, vice, ou entre os oito, depois que a Copa acaba, o Brasil volta a ser exatamente o que era trinta dias antes. Mas como dizem, algumas coisas ficam para o povão.

O brasileiro, esse herói sem capa que sobrevive ao abandono de seu governo, tem o ritual da Copa. Embora o preço da televisão, 3D, LED, LCD, ou Plasma suba muito, o Tiãozinho está lá, na loja popular, na fila do crediário, para comprar a tela em torno da qual a família vai se reunir para xingar o técnico da seleção.

Compra a televisão que não pode, parcela em 48 meses, e leva a grande caixa que é recebida com festa pela criançada. Não contente, após calcular as moedas, percebe que sua camisa não é mais o modelo oficial da Nike. E lá vai ele para a loja de produtos esportivos que não têm nada de popular, para compra feliz da vida o último modelo da camisa da seleção. Como não pode chegar em casa sem lembrar da patroa, compra um modelo mais baratinho para ela – ela nem vai notar. Na volta para a casa, encontra um camelô no sinaleiro, e resolve comprar para toda a filharada uma camisa daquelas de “vintão”, aproveita, coloca as bandeirinhas para expressar seu patriotismo sazonal, e volta para casa com aquela sensação de que o jogo vai começar.

E nos próximos dias? Terá que frequentar o mercado para sustentar a cerveja do seu cunhado, a pipoca da criançada, os docinhos da patroa, e na farmácia o calmante para a sogra. Quando tudo parece pronto, então ele resolve comprar a maior bandeira de um lado só que já viu. Orgulhoso, levanta o mastro de bambu e faz flamular todo o seu orgulho de ser esse sobrevivente brasileiro.

Alguns jogos depois, o Brasil perde, e tudo aquilo perde o sentido. A camisa Nike vai para a última gaveta. Não é uma boa lembrança ter a camisa do oitavo lugar. A Bandeira some – alguém levou, não sei, não vi. Cornetas, buzinas e aquelas outras coisas inúteis que faziam um barulho dos infernos, vão para a caixa de brinquedos das crianças – olha aqui piá, se você soprar essa “m” mais uma vez, eu vou … Mas mesmo que o Brasil chegue ao final, e a taça seja levantada pelo nosso capitão, a Copa também acaba.

Sim. A Copa acabou.

Então o brasileiro vai passar os próximos quatro anos, pagando as parcelas de seu ritual. As parcelas atrasadas vão lhe tirar o sono. Registrado no serviço de proteção ao crédito, ele vai perder a paciência com a patroa e com as crias. Durante os próximos quatro anos, o brasileiro vai perder um pouco do brilho que só aparece durante a Copa. Aquela tela enorme, agora serve tão somente para a patroa assistir bem grande a cara do galã da novela da oito.

Misteriosamente, quatro anos mais tarde, um surto de esquecimento toma conta de todos. E lá estará o brasileiro comprando a nova televisão, dessa vez uma “6D”, a nova camisa, e tudo aquilo que faz parte do caro rol do “Oficial da Copa”.

Enquanto o brasileiro faz isso com seu salário, embora não concorde, posso até aceitar. Mas se os brasileiros que ocupam os cargos públicos, resolvem cumprir o mesmo ritual com o dinheiro público, creio que eu possa manifestar minha indignação.

Espero que as reformas de estádios particulares com dinheiro público não sejam para a macroeconomia, como uma televisão idiota que vai nos endividar por mais quatro anos. Espero que o dinheiro público não escorra pelos ralos da sacanagem e da corrupção, para sob a desculpa de um esporte, fazer uns poucos mais ricos, e uma nação inteira mais pobre, mais endividada.

Se alguém tem que patrocinar essa orgia, que sejam aqueles que realmente lucram com a festa.

Não seria mais razoável a Arena Adidas, ou Nike, ou Puma, no lugar da Arena Copel?

Ou as contas disso tudo estarão em minha casa, pelos próximos quatro anos, de mês em mês, só para me lembrar que eu sou um desses brasileiros…

Sim, um brasileiro, desse tipo “tiãozinho” que ama o futebol, que torce pela seleção, e que nem percebe que um bando de sacanas fica milionário enquanto eu reclamava do Dunga, e me endividava pelos próximos quatro anos.

Em falar em quatro anos, de quatro em quatro também tem eleições, e quem sabe essa seja a oportunidade de evitar que os absurdos aconteçam mais uma vez.

VIZINHOS, RATOEIRAS E LENDAS URBANAS

Como pegar uma maldito camundongo?

Sempre disposto a acompanhar meu filho nos vídeos infantis que lhe coloriram a infância, tive a oportunidade de assistir ao clássico Ratatouille, um simpático camundongo cozinheiro que se associava a um jovem fracassado na carreira de gastronomia. Passados 3 anos, hoje a situação me faz ter vontade de comprar o DVD do referido desenho, colocar em alguma televisão de 14 polegadas, e arrebentar o maldito camundongo na sapatada.

Eu jamais imaginaria que o filme poderia ter sido gravado na casa abandonada pelo meu vizinho, que agora, em vias de demolição, despeja uma multidão de integrantes no MCST ( Movimento dos Camundongos Sem Teto) que resolvem invadir minha casa, até então, símbolo de limpeza e asseio.

Irritado com a carinha bonitinha dos malditos roedores, vejo-me a perfeita simetria de Walt Disney, pois perdoe-me meu filho, e todas as outras crianças, mas morram malditos “Mickey Mouses dos Infernos”.

Além de descobrir o desconforto destes visitantes incômodos, descobri que existe uma infinidade de produtos paraguaios para atender o mercado. Venenos coloridos que na realidade parecem ser rações para camundonguinhos que não querem comer. Armadilhas mirabolantes que se tornam uma espécie de playground para os ratinhos que gostam de adrenalina. Ratoeiras que devem servir tão somente como disputa entre os malditos bichos.

A verdade é que você compra as porcarias, chega em casa achando que vai resolver, o no dia seguinte “voilà”. Vou lá mesmo. Lá vou eu reclamar que nada dessas parafernálias infernais funcionam. Vai ter que ser na pancada. Estou pensando inclusive colocar em todas as televisões da casa, imagens dos filmes de Rambo e o Exterminador do Futuro, só para esse malditos saberem do que um ser humano é capaz. Se eles soubessem o que Bruno fez com a ex-amante, não mexeriam comigo.

Perdoe-me Walt Disney, mas no lugar de sua caneta, peguei meus porretes, e no lugar da sua prancheta, passei a perseguir os pequenos ilusionistas invasores. Depois de três dias em que olho para os meus sapatos com certo receio, o placar finalmente era Humanos Estressados 4 X 0 Ratatouille, Mickey e Cia.

Certo da vitória, hoje sou surpreendido com novas tentativas de invasão, e buscando no mercado, não encontrei uma ratoeira que possa pegar meu vizinho pelo pescoço. Precisarei eu agora de mais quatro horas diárias, para dedicar-me à matança dos roedores do saco alheio.

Consegui cooptar alguns auxiliares para a guerra dos camundongos. Minha avó, de 95 anos, que com sua bengala e agilidade, tem me ajudado demais, pois descobri que um dos ratinhos, gosta de se esconder entre suas pantufas entre um passo e outro.

E a guerra está cada vez mais se tornando violenta e traumática. Juro que começo a ouvir pequenas e estridentes gargalhadas dos camundongos. Sim. Eles sabem o que fazem. Estão inclusive me observando nesse exato momento. Eles querem saber qual o meu próximo plano.

Sabendo disso, eu estou escrevendo este texto em letras brancas no Word. Assim eles não podem ler. É impossível que eles vençam essa batalha.

Tenho que encerrar o texto por aqui, pois um dos camundongos quer usar a internet.

Ps.: Pois é Elisa.

Sobre seu comentário, creio que teria que importar um bichano do Uruguai mesmo.

Se tentar felinos brasileiros, posso ter problema.

Um gato gaúcho corre o risco de se apaixonar pelo ratinho. Um catarinense iria ficar só contanto história. Um Paulista iria ficar contando vantagem. O carioca não iria querer trabalhar. Um baiano só descansar. Mineiro iria ficar nos causos dos ratos que já matou. E um Curitibano? O Curitibano com certeza não iria querer o trabalho por ter medo de se expor. rssss


PAUL – O POLVO VIDENTE

Este simpático polvo, desde o primeiro jogo da Alemanha na Copa, vem surpreendendo a todos com as suas previsões para o resultado dos jogos. E de forma inacreditável, o polvo inclusive previu na primeira fase a derrota da Alemanha para a Sérvia.

Na segunda fase, o polvo não titubeou e acertou a vitória da Alemanha sobre a Inglaterra, depois da Argentina. Mas para o desespero alemão, hoje o polvo previu a vitória da Fúria Espanhola. Não deu outra. Mais uma vez o Polvo Mãe Diná com aproveitamento melhorado, acertou em cheio.

Em virtude disto, fizemos a nossa própria pesquisa, e veja a previsão que o polvo nos deu.


Molusco tem acertado em todos os resultados da Mannschaft,  sentando-se em cima da caixa de comida com a bandeira do país vencedor.

Esqueçam as previsões do bruxo Zandinga, as cartas de tarot ou o oráculo de Bellini. Na Alemanha estão a fazer as coisas de maneira difirente e é um polvo que tem previsto os resultados dos jogos da selecção alemã: até agora acertou todos. O próximo será mais complicado de prever, porque opõe os germânicos à Inglaterra.

No aquário da cidade de Oberhausen, Paul tem montado o seu “escritório” de vidência. Os funcionários do Sea Life Aquarium colocam duas caixas de vidro dentro do aquário de Paul, recheadas com suculentos mexilhões. Em cada uma dessas caixas é colocada a bandeira dos germânicos e do país que os defrontam. Depois é esperar que Paul “analise” os dois concorrentes e se abrace ou se coloque a repousar em cima de um deles, o qual será o vencedor do jogo. Tem sido assim até agora e o polvo acerta mesmo.

Acerta tanto que os adeptos ficaram zangados com ele quando previu que a Sérvia ia levar de vencida a Alemanha. No final, o polvo é que teve razão e a Alemanha perdeu mesmo com os sérvios (1-0), num jogo em que tudo correu mal: Podolski permitiu que Stojkovic, jogador ligado contratualmente ao Sporting, defendesse uma grande penalidade.

Antes do jogo entre Alemanha e Austrália, Paul apontou os seus tentáculos para a bandeira germânica e saiu um empolgante 4-0. Cinco dias depois, veio o trágico prognóstico a favor dos sérvios, e a Alemanha perdeu por 1-0. Pela terceira vez consecutiva, acertou na vitória dos alemães (1- 0) sobre o Gana. E pelo que contam os funcionários do aquário, Paul acertou 80% dos resultados na última edição da Liga dos Campeões da UEFA.

A escolha da espécie do animal que faz as previsões não foi deixada ao acaso. Para quem não sabe, os polvos são os mais inteligentes invertebrados do reino animal, e até agora Paul tem deixado a sua espécie orgulhosa das previsões correctas.

Os prognósticos animais estão na moda no país da Mannschaft e também o jardim zoológico da cidade de Chemnitz pôs os seus animais a adivinhar. Entretanto, o próximo jogo é contra a Inglaterra, e o “coração” de Paul vacilou. Este polvo, na verdade, apesar de “trabalhar” na Alemanha, nasceu em território britânico. Mas aposta nos germânicos.