PÁGINA DO FACEBOOK CHAMA A MÃE DE VADIA E CRIA UM PERSONAGEM MEME DE UM PÉ DE MACONHA.

Uma página hospedada no facebook publicou um quadrinho bastante preocupante.

Com a imagem de uma folha de maconha, a mensagem é de que ela (a maconha), e o leitor podem ficar juntos apesar da mãe deste tê-los separado.  Para isso, o leitor só precisaria de uma coisa: MATAR A VADIA!

Mais do que irresponsável, de mau gosto e ofensivo, cremos aqui encontrar a figura clássica da apologia ao uso de drogas, além de ofender profundamente as instituições familiares, merecendo pronta anteção das autoridades policiais para a apuração da responsabilidade criminal.

O Site está em  http://www.failwars.com.br/off-topic/off-23-so-uma-coisa-e-voces-podem-ficar-juntos-para-sempre/ .

No Facebook a página pode ser encontrada como Fail Wars em https://www.facebook.com/failwars  .

 

SE VOCÊ NÃO CUIDAR DO SEU FILHO, UM TRAFICANTE VAI SE APRESENTAR PARA FAZER ISSO POR VOCÊ.

 

 

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WALK OFF THE EARTH

Walk off the Earth é uma banda canadense formada em 2006 em Burlington, Ontário. Em 7 de fevereiro de 2012, o a banda assinou um contrato com a gravadora Columbia Records.  A banda é mais conhecida por suas interpretações musicais de sucesso batante criativas, muito populares r no YouTube, fazendo uso de instrumentos incomuns, como o Ukulele e Theremin, bem como amostras de sons cíclicos e sampler de tecnologia auto-tune.

O trabalho me foi apresentado pela fotógrafa Juliana Ribas, que além de um super talento para a fotografia, conta com um gosto musical refinadíssimo. Após ouvir a primeira música, não há como parar de pesquisar a banda. No youtube os vídeos criativos da banda podem ser encontrados facilmente. Vale muito a pena conferir mesmo a parte de produção, muito criativa e com uma simplicidade envolvente.

O grupo possui um recurso voval ímpar, capaz de construir grandes agrupamentos vocais com terças e quintas perfeitas. Isso somado aos recursos tecnológicos que a banda usa, faz do som deles algo muito agradável, não restando dúvida de que é mais um dos sucessos dentre tantos que Juliana me apresentou.

A banda é composta por

  • Ryan Marshall – Guitar, Ukulele, Vocals, Trumpet
  • Gianni Luminati – Guitar, Bass, Ukulele, Banjo, Kazoo, Keys, Drums, Vocals, Theremin
  • Mike Taylor (Widely known as “Beard Guy”) – Keyboards
  • Joel Cassady – Drums
  • Sarah Nicole Blackwood – Guitar, electric guitar, Kazoo, Ukulele, banjo, bass, Vocals, piano, glockenspiel, tamborine

Para ver e ouvir, clique no link

http://www.youtube.com/watch?v=d9NF2edxy-M

GALVÃO DIZ QUE FALTA HUMILDADE PARA IBRAHIMOVIC.

No Jogo Milan e Barcelona, esperando ver um espetáculo de futebol, a velha narração dispara:

– Se tem uma coisa que ele (Ibrahimovic) não tem, é humildade.

Seria razoável, caso não partisse dele, nosso querido e “humilde” Galvão Bueno

OBRIGADO MILLÔR FERNANDES.

Millôr Fernandes

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

 

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Este artigo é sobre uma pessoa que morreu recentemente
Algumas informações relativas às circunstâncias da morte podem mudar a qualquer instante. Editado pela última vez em 28 de março de 2012.
 
 
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas elas não cobrem todo o texto.
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Millôr Fernandes

Millôr

Nascimento 27 de Maio de 1924
Rio de Janeiro Brasil
Morte 27 de março de 2012 (87 anos)
Rio de Janeiro Brasil
Nacionalidade Brasileira
Ocupação Cartunista, humorista, escritor, tradutor, desenhista e jornalista
Influências
Principais trabalhos
  • Millôr definitivo – A bíblia do caos – 1994 – L&PM
  • Amostra bem-humorada – 1997 – Ediouro – Seleção de textos de Maura Sardinha
  • Tempo e contratempo (2ª edição) – Millôr revisita Vão Gogô – 1998 – Beca.
  • Crítica da razão impura ou O primado da ignorância – Sobre Brejal dos Guajas, de José Sarney, e Dependência e Desenvolvimento na América Latina, de Fernando Henrique Cardoso – 2002 – L&PM
  • 100 Fábulas Fabulosas – 2003 – Record
  • Apresentações – 2004 – Record.
  • Novas Fábulas E Contos Fabulosos
Gênero literário Humor
Movimento literário Modernismo
Magnum opus
  • Humor nos tempos do Collor (com L. F. Veríssimo e Jô Soares) – 1992 – L&PM
Página oficial [1]

Millôr Fernandes (Rio de Janeiro, 27 de maio de 1924[1] – Rio de Janeiro, 27 de março de 2012[2]) foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor e tradutor brasileiro.

Índice

[esconder]

Biografia

Carioca do Méier, nasceu Milton Viola Fernandes, tendo sido registrado, graças a uma caligrafia duvidosa, como Millôr, o que veio a saber adolescente. Aos dez anos de idade vendeu o primeiro desenho para a publicação O Jornal do Rio de Janeiro. Recebeu dez mil réis por ele. Em 1938 começou a trabalhar como repaginador, factótum e contínuo no semanário O Cruzeiro. No mesmo ano ganhou um concurso de contos na revista A Cigarra (sob o pseudônimo de “Notlim”). Assumiu a direção da publicação algum tempo depois, onde também publicou a seção “Poste Escrito”, agora assinada por “Vão Gogo“.

Em 1941 voltou a colaborar com a revista O Cruzeiro, continuando a assinar como “Vão Gogo” na coluna “Pif-Paf”, o fazendo por 18 anos. A partir daí passou a conciliar as profissões de escritor, tradutor (autodidata) e autor de teatro.

Já em 1956 dividiu a primeira colocação na Exposição Internacional do Museu da Caricatura de Buenos Aires com o desenhista norte-americano Saul Steinberg. Em 1957, ganhou uma exposição individual de suas obras no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Dispensou o pseudônimo “Vão Gogo” em 1962, passando a assinar “Millôr” em seus textos n’O Cruzeiro. Deixou a revista no ano seguinte, por conta da polêmica causada com a publicação de A Verdadeira História do Paraíso, considerada ofensiva pela Igreja Católica.

Em 1964 passou a colaborar com o jornal português Diário Popular e obteve o segundo prêmio do Salão Canadense de Humor. Em 1968 começou a trabalhar na revista Veja, e em 1969 tornou-se um dos fundadores do jornal O Pasquim.

Nos anos seguintes escreveu peças de teatro, textos de humor e poesia, além de voltar a expor no Museu de Arte Moderna do Rio. Traduziu, do inglês e do francês, várias obras, principalmente peças de teatro, entre estas, clássicos de Sófocles, Shakespeare, Molière, Brecht e Tennessee Williams.

Depois de colaborar com os principais jornais brasileiros, retornou à Veja em setembro de 2004, deixando a revista em 2009 devido a um desentendimento acerca da digitalização de seus antigos textos, publicados sem autorização no acervo on-line da publicação.[3]

Em 27 de março de 2012, Millôr Fernandes faleceu aos 87 anos.

No Facebook as devidas homenagens:

Samuel Rangel Um gênio. Sobre o momento, ele mesmo disse: “Esta é a verdade: a vida começa quando a gente compreende que ela não dura muito.
Millôr Fernandes.

 
  •  
    Mariângela O König “Claro, sabemos muito bem que você, aí de cima, não tem mais como evitar o nascimento e a morte. Mas não pode, pelo menos, melhor um pouco o intervalo?”.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Sim, do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Se todos os homens recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro no mundo.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Se você agir sempre com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Ser génio não é difícil. Difícil é encontrar quem reconheça isso.
    Millôr Fernandes

     
  •  
    Francisco Junior O tempo não existe, só existe o passar do tempo.
    Millôr Fernandes.

     
  • Samuel Rangel Toda uma biblioteca de Direito apenas para melhorar quase nada os dez mandamentos.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Ser pobre não é crime, mas ajuda muito a chegar lá.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Acho que ele sabia desta homenagem. rssss “A ocasião em que a inteligência do homem mais cresce, sua bondade alcança limites insuspeitados e seu carácter uma pureza inimaginável é nas primeiras 24 horas depois da sua morte.”
    Millôr Fernandes

     
  •  
    Francisco Junior Dizem que quando o Criador criou o homem, os animais todos em volta não caíram na gargalhada apenas por uma questão de respeito.
    Millor Fernandes.

     
  • Samuel Rangel Será que era sobre o Big Brother? Chama-se celebridade um débil mental que foi à televisão.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Numa vida média de 50 anos, 80 a 100 dias são empregados pelos homens só no ato de fazer a barba. Ignora-se o que as mulheres fazem com esse tempo.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel é meu conforto:
    da vida só me tiram
    morto
    Millôr Fernandes

     
  •  
    Fernando De Oliveira Sikorski‎”Ninguém pode dizer que é honesto só porque não sabia da mamata” Millôr Fernandes

     

O QUE FOI QUE VOCÊ DISSE?

Você está se sentindo muito só?

EU NÃO ESTOU COM PREGUIÇA. ISSO NA REALIDADE É A LEI DA INÉRCIA