EFEITO TEIXEIRA OU DEROSSO? ESPECIALISTAS ESTÃO EM DÚVIDA.

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CRÔNICAS DA COPA DOiMUNDO – O QUE ESTÁ FALTANDO?

Ok. Sou meio índio, pois tenho um pouco de mistura do puro sangue de Tibirça e Piqueruby, mas guardem seu desdém para com os amarelos. Se quiserem saber o que fazer com seus espelhinhos e apitos, não me furtarei a um bom palpite de devolver seus “presentinhos” pelo caminho do reto.

Faltam 1000 dias para a Copa do Mundo? E daí? Futebol é aquilo que eu jogava com Pequeno, Zoião e Pereba. Tudo que veio depois dele sob a desculpa de profissionalização nos últimos anos, apenas remeteu a “paixão nacional” para as mesas de negociata. E convenhamos. Bom mesmo é o tal do amor. Paixão mesmo só ferra com o cidadão.

Mas que já que estamos falando do cidadão que tanto se ferra, nós das tribos Chitões e Xororôs, temos que aguentar gente falando português arrastado, com sorriso de político, tratar do evento como se fizessem algum favor para nós.

Quem é que vai pagar os estádios? A FIFA? Só se o seu Blatter devolver tudo que já lucrou com negociatas e coisa do tipo.

E os problemas de transporte e logística? Cairão do céu? Claro que não. O que cai do céu, e sem custo nenhum, é satélite. As obras públicas vão continuar saindo do bolso rasgado dos “brazucas  de pena na cabeça”.

Na realidade tal da Copa do Mundo, que nesta série de publicações, leva o nome de COPA DOiMUNDO, é mais uma oportunidade de nos dizerem o que fazer com nosso próprio dinheiro, dentro do nosso país. Enquanto engordei porcos no nosso próprio congresso, fiquei revoltado, mas engordar porcos estrangeiros, e sem poder comê-los, daí já é demais.

Enquanto isso tijolos caem da laje de nossas escolas públicas, que vão de mal a pior no ENEM (que nem sabe ser ENEM). Enquanto isso, eu que tenho que ver estádios serem reconstruídos com dinheiro público, a preços exorbitantes através de contratos impublicáveis, tenho que pagar meu plano de saúde por não existir saúde pública neste país.

Enquanto fazem festa para a chegada das caravelas de todas as nações, eu, que vivo sem nenhuma segurança, sendo vítima dos assaltos da tribo dos “Ninguéns” da reserva das favelas, dos furtos das tribos dos “Alguéns” da reserva de Brasília, tenho agora que ver a polícia que eu pago se preparar melhor para defender “outrem”.

Não deixo minhas ancas na janela. Que levem seus “presentes” pelo reto!

Poupo o leitor dos meus palavrões. Embora meio anarquista, respeito demais a democracia. Deixo ao leitor que ao final do texto, democraticamente, permita-se o direito de dizer quantos e quais palavrões bem entender.

CRÔNICAS DA COPA DOiMUNDO

CRÔNICAS DA COPA DOiMUNDO

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