CORITIBA 2 X 3 PARANÁ – Canja de Porco e Dias Cinzas

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E a segunda-feira começou dolorida, cabeça inxada, ecoando na lembrança a narração dos três gols do Paraná. Ao mesmo tempo, convivem no peito duas emoções diferentes. Uma vontade de presentear o Zagueirão Pereira com um Código Penal atualizado e comentado. O que é isso zagueiro? Uma tentativa de homicídio? Sim. Segundo os emergentes defensores do dolo eventual, quando a lesão pode causar a morte, o agressor assume o risco de matar. Cuidado companheiro para não fazer companhia ao ex-deputado, até porque, pelo tamanho da patada, 60 quilômetros horários já é crime. Mas tenho que me concentrar para lembrar que o assunto é futebol e não direito, então, joga direito Pereira. Por favor!

Mas há de se convir que tem dias que nada dá certo. Dá até a impressão que como alguns dizem, tem dias que de noite é “broca” (usei do meu vernáculo para melhorar o nível). Em certo dias, se jogamos dois ovos em uma frigideira com azeite quente, na hora de servir vira sopa de giló. É bem isso. Jogamos as melhores frações de um porco, em uma panela de pressão profissional, junto com o melhor feijão, o tempero perfeito, e quando vai servir …

MEODEOS! UMA CANJA! UMA CANJA DE PORCO!

É assim mesmo companheiros. A vida é feita de fases, e nenhum ser vivente haverá de passar pela vida sem ter que cruzar a eternidade de um dia ruim. E quando digo ruim, digo muito pior do que isso. Provavelmente Pereira tenha recebido a visita da sogra ontem. Quanto a Willian? Justamente ele, que sempre foi um símbolo da garra Coxa, e uma das mais reluzentes pratas-da-casa, tinha que fazer aquela lambança no terceiro gol? Com certeza Willian recebeu ontem um notificação da Receita Federal dando conta de que não receberá nenhuma devolução. Caiu na malha fina, tal qual a redonda estufou as malhas largas da rede de Wanderlei. Ah Wanderlei… O que fazer diante do drible desconcertante que Reinaldo deu nele mesmo? Nada a declarar.

Quem sabe deva protagonizar o texto deste Coxa-branca um goleiro. Um Goleiro Paranista. Exatamente. Luiz Carlos. O Goleiro do Paraná ontem definiu o jogo. Não que o Coritiba jogasse melhor, pois é claro que o Paraná mereceu a vitória, mas sim pela presença do gênio Alex, um gigante que fez dois gols de cabeça, e que por duas vezes colocou a carta circular no correio da coruja. Mas quem é que estava no jardim da coruja? Aquele meninão de mãos crueis com a nação Coxa. Nem Alex conseguiu passar do inspiradíssimo Luiz Carlos.

Aliás, isto confirma nossa teoria da Canja de Porco. Tem dias que nada dá certo, mas entre eles, sempre haverá um dia que tudo, exatamente tudo, dá certo sim. E foi o que aconteceu com o Paraná ontem, inclusive por seus próprios méritos. E se o dia foi uma tragédia para Pereira e para Willian, para Luiz Carlos tudo deu certo. Se Luiz Carlos passasse ontem no shopping para comprar R$ 12 de crédito para o seu Vivo, ele ganhava um Porsche Cayenne. Ao receber a chave, ele ganharia 10 anos de Sky direto das mãos da Gi. E se a convocação para a seleção brasileira fosse ontem, Júlio Cesar não teria a menor chance. Simples assim.

Pra que tudo de errado para agluém, sempre tem alguém que está levando sorte em tudo.

São só fases…

São dias …

As vezes meses …

Mas “PELAMORDEDEOS”. Diz pra mim Willian, diz pra mim Pereira que isso não vai durar um ano.

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UM DIA DAQUELES, O LADRÃO SUICIDA, E AGORA SOU QUASE PAULISTANO.

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I – O CAFÉ, O GORDO E O ELEVADOR

São Paulo, “terra da garoa”, e assim o dia cinza e chuvoso chegou. Eu já havia despertado no meio da madrugada, e remexia os livros de doutrina e jurisprudência para fazer a sustentação oral do Tribunal de Justiça. Eu estava ali pela segunda vez, pois duas semanas antes eu recebia a notícia do adiamento do julgamento apenas na hora que o mesmo ocorreria.

Com os olhos vermelhos, de quem rompeu a madrugada desta vez sem cerveja, desci ao belo salão do café do hotel. Ali, após um circuito pela mesa posta, separei as mais belas frutas, os cereais, e os frios que eu acomodaria na broa preta. Com uma manteiga de aviação salgada, eu pretendia almoçar as oito horas da manhã. Deixando o pratinho sobre a mesa vou até a máquina de café fazer o meu pingado as avessas. Café na xícara, as gotas de leite que eu precisava para romper o negro do café me abandonavam. Após chamar o atendente, por uma, duas, ou três vezes, ele abriu a garrafa térmica e derramou o leite sobre o meu café. Muito mais do que eu queria, mas …

Quando giro o corpo e aponto na direção do meu “breakfast“, vejo em minha mesa, sentado em minha cadeira, com a boca cheia das minhas frutas, o “rei momo” de algum carnaval americano. Com as velozes bochechas vermelhas, ele devorava tudo que eu havia colocado ali. Tentando entender a inusitada cena, cheguei a passar os olhos pelo meu terno, para saber se ao menos pareciam com os trajes do metre. Impossível! Ele usava um terno preto com gravata borboleta. Mas que gordo canalha esse?! Será que meu cavanhaque teria lhe confundido com a imagem do buço da sua santa mãe? Seja como for, perdi a vontade de almoçar prematuramente. Com um olhar que fuzilou o gordo (e acredite que daquele tamanho, ninguém erraria um tiro), tomei rapidamente três xícaras de café. Com cara de gorila saí para a frente do hotel, fumar meus calmantes de nicotina e alcatrão. Na esquina, eu via os últimos suspiros da balada alternativa que atravessou a noite próximo ao meu pernoite. Eles também passaram a noite acordados.

Ali eu me detive um pouco, olhando as longas pernas das garotas de longa experiência que se aglomeravam diante da balada. Girei lentamente o corpo enquanto sorria com a cena. São Paulo é realmente a cidade que não para. Vou ao elevador já sem qualquer lembrança do “gordacho” que me roubou o café, e quando a porta do elevador abre, a imagem dele ressurge redonda e bochechuda na minha frente. Fuzilei mais alguns tiros com o olhar, sem errar nenhum. Entrei no elevador, e quando a porta fecha, percebo que o flatulento gordo havia deixado no ar os resquícios, em cheiro insuportável, de todas as frutas e frios que eu havia separado. Mas que gordo mais … mais … mais … mas não adianta. Tive que conviver com a devolução indesejada até o décimo andar. Lá desci e fui correndo para o banho me livrar das frutas e dos frios que eu não queria.

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II – O RELÓGIO, O VETERANO DA ADVOCACIA, E O TRIBUNAL

Desembarco do táxi sob os risos do taxista, que já profetizava que eu perderia o voo de retorno para Curitiba. Ele de certa forma, me informava que São Paulo, “a cidade que não para”, ganhou este apelido em dias de sol e noites de lua. Quando chove, não é São Paulo que para. É o mundo!

Passo pelo detetor de metais após uma sinfonia de apitos com o cinto, o isqueiro, o celular, e até as meias com bordado e fio de ouro. Subo até o sexto e suntuoso andar, onde eu faria minha sutentação. Por humildade, resolvi chegar com meia hora de antecedência. Dividi o confortável e velho sofá com um veterano da advocacia. Formado em direito ainda na década de cinquenta, ele havia sido advogado, depois juiz, depois desembargador, e voltava para a advocacia ainda com a OAB onze mil e pouco de São Paulo. Um agradável papo fez as três horas de atraso para o início da sessão de julgamento. As pernas doiam tocando a alarme da consciência da minha idade. A irritação fugia aos olhos que miravam a porta que não se abria. Mas o simpático veterano fez com que o tempo passasse quase rápido.

Quando as portas se abriram, percebi feliz que o meu processo era o primeiro da pauta. Alegria que quebrava o dia difícil. Para minha surpresa,  foi invertida a ordem de julgamento dos processos, pois o relator do meu processo não havia chegado ainda. Passei ali mais uma hora e meia, esperando o ar de sua graça, enquanto ouvia a forma rápida e sonolenta com que dezenas de processos eram julgados. O sono que me abandonára durante a noite, agora vinha com força empurrar minhas pálpebras em direção ao chão. Quando entra o relator, feliz desperto, e de pronto, ao ser chamado o sétimo processo da da pauta, coloco-me em pé diante da tribuna. Com a palavra, fiz aquele que creio ter sido uma das minhas mais belas sustentações orais. Matéria técnica, citações de doutrinas interessantes, e a análise de jurisprudências foram colocadas com imensa clareza. O procurador, ainda que no polo contrário, percebe a procedência dos meus argumentos, e revendo seu parecer anterior, é pelo provimento do meu recurso. Com a palavra o relator, começa a leitura de um voto sucinto. Tão sucinto, que deixava de apreciar o mérito dos meus pedidos. O revisor percebe o problema, interrompe o voto, e adverte o relator de que não havia controvérsia quanto a procedência do que eu havia pedido. O relator não se emenda, de primeira, e o vogal lhe chama a atenção. Diz que a matéria não é uma faculdade do juiz, mas na realidade,  uma causa obrigatória de diminuição de pena. Pronto. O relator então diante da situação resolve mudar o voto, mas para isso, pede vistas do processo, e deverá proferir seu voto em alguma das próximas seções. Com os elogios dos desembargadores, saio sem o acórdão, mas com o consolo de um trabalho bem feito.

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III – O TÁXI, O TRÂNSITO E O LADRÃO DE CIRCO

Sorridente, saio do Tribunal de Justiça ao lado da amiga Amanda, que havia acompanhado a sessão de julgamento. Enquanto comento com ela sobre o mérito, com um aceno faço parar um táxi, e nele embarco rapidamente para buscar a mala no hotel. Sacando a mala da portaria, embarco no táxi rumo ao aeroporto de Guarulho, tratando o valor fechado.

Na saída do centro, uma carreata lenta se espreme nas vielas do centro, segundo o taxista, fugindo do engarrafamento. Mas como o valor era fechado, fiquei tranquilo. Percebendo que levaria cerca de duas horas e meia para chegar ao aeroporto, fiz uma proposta para o taxista. Dou-lhe mais dez, se você parar em um posto para que eu compre algumas cervejas e me permita fumar no seu carro. Ele pede vinte, ofereço quinze e ele aceita os vinte. Pronto. Agora, no banco de tras do táxi, tenho meu bar e meu tabaco, tenho minha lan house no meu celular com 3G mega power turbo.

A viagem promete ser mais tranquila. E assim é. Passando um calor insuportável no centro da cidade, fico feliz ao chegar à marginal pinheiros, quando começamos a empreender uma velocidade média de 40 km/h. Que bom. Estou indo bem. Agora posso abrir meia janela para algum vento refrescar o táxi sem ar condicionado. Exatamente. Tratei o preço mas não sabia que o ar do carro estava estragado. Mas agora, com a Marginal Tietê voando aos 40 km/h, estou bem tranquilo. Posto no facebook minha paixão pelo trânsito paulista. Posto algumas mensagens, algumas curtidas e postagens dos amigos, e tomando aquela cerveja geladinha, com tempo para avaliar, resolvo fazer minha declaração de amor à mulher amada. Resolvo então escrever ali todos os sentimentos que jamais confessei. E agora, já meio ancião, resolvo colocar um fim em minhas solteirices.

Em oito grandes e bem escritos parágrafos, estou pronto para enviar aquilo que quase é um pedido de casamento. Ali está o enviar, e estou a um simples clique de meu novo casamento. Uma mensagem chega antes disso, e tenho que desembaraçar meu desembarque em Curitiba, a carona, e tudo mais. Resolvo então conferir as passagens, o documento, o dinheiro para o táxi e com o celular estou postando a mensagem para os amigos do retorno. Repentinamente, com uma habilidade circense, um motoqueiro emparelha em minha janela e consegue retirar meu celular e o dinheiro que tenho na mão, e mesmo com o táxi em movimento, ao ver meus documentos caírem sobre meu colo, tenta arrancá-los também. Tenho a oportunidade de segurar seu braço, mas quando percebo que vou derrubá-lo sob o rodado do caminhão, instintivamente soltei. Lá se vão meus honorários, minha reserva de dinheiro para o carnaval, meu celular, com a agenda do telefone de todos meus contatos de clientes e amigos, e o pior de tudo. Aquele pedido de casamento que eu iria fazer, desta vez sóbrio.

O taxista tenta ainda manobrar o carro para derrubar o “ladrão saltimbanco do Cirque du Soleil” – deveria ele tentar a sorte por lá, costura o trânsito com minhas belas palavras. De pronto, e para acalmar o indignado taxista, manifesto minha resignação, e com isso, consigo acalmar o taxista que já ameaçava fazer loucuras no trânsito para seguir o ladrão. Com a calma restaurada, confiro os trocados que havia guardado no outro bolso. Ao menos tenho o suficiente para pagar o táxi e comer alguma coisa no aeroporto.  Curitiba me aguarde. Estou de retorno da cidade que não para. Aliás, nem o ladrão para para assaltar você dentro do taxi. A cidade é tão veloz que o assalto se dá em movimento mesmo.

IV – O AEROPORTO, O ATENDIMENTO ESPECIAL, E O RETORNO

Chego ao aeroporto, e o taxista atenciosamente me deixa na frente de um balcão da Gol com um luminoso dizendo ATENDIMENTO ESPECIAL. Vou até ele e comunico o assalto. Ao comunicar o assalto, o atendente diz que uma vez ele foi assaltado assim também, e sem falar mais nada, fica me olhando. Pergunto a ele se posso usar o telefone e ele diz que não. Pergunto a ele se posso usar a internet, e ele diz que não, somente aquela paga no segundo andar.

Resolvo ir à delegacia do próprio aeroporto, mas sou comunicado que a Delegada está na pista recebendo um deputado. Devo retornar em duas horas. Vou então à Lan House e agência da Vivo. Descubro que ali não consigo cancelar minha linha. Somente através do 0800. Ligo, e fico a ouvir a música do capeta sem qualquer atendimento. Lembro-me de que o larápio circense levou o celular com o facebook aberto, e preciso urgentemente mudar a senha. A atendente me comunica que a hora de utilização custa a bagatela de R$ 25 por hora. Assalatado novamente, sento-me perante uma máquina que deveria ser um Pentiun 386, levo quinze minutos para abrir o facebook, mais meia hora para mudar a senha. De mãos erguidas, entrego o dinheiro para a atendente. Volto a delegacia, registro a ocorrência, e aliás, sob um atendimento finalmente solidário e atencioso. Quase peço ao escrivão apra usar a internet e acabar de mudar minhas senhas, mas percebo que isso seria um abuso.

Desço então ao primeiro andar, e percebo que o estômago agora precisa ser ouvido. Começo a transitar entre os restaurantes. A cada vez que eu recebia o menu e olhava os preços, instintivamente eu levantava os braços. Seria outro assalto, mas dessas vez, estes meliantes de restaurantes não tinham mais nada pra levar. Resta-me então a opção mais viável. Na lanchonete Viena, dois canecos de chop de 500 ml. Eles matariam a minha fome, e ainda serviriam de calmante.

De forma perfeitamente cronometrada, dou o último gole do segundo caneco justamente na hora em que o meu voo é chamado.

Que alegria. Agora vou embarcar neste avião e dentre de menos de uma hora, estarei em minha amada Curitiba. Carregando a mala sob os empurrões, chego a poltrona 10B. Claro. Você não acha que depois de um dia desses eu pegaria a janela da confortável  primeira fila. Sento-me e espero meus companheiros de viagem. Penso que depois de tudo isso, mereço a companhia de uma simpática e sorridente loira de braços macios e papo bom. Os passageiros vão chegando, e o avião vai ficando lotado. O passageiro da minha esquerda, um simpático engenheiro que viu parte de minha odisséia na delegacia. Com a poltrona da minha direita vazia, “espero com esperança” a chegada da bela loira. Para encerrar meu dia com chave de ouro, peço que o leitor tente advinhar quem chega na poltrona ao lado.

Advinhou?

O gordo do café da manhã!

Claro que não. Se fosse, eu teria cortado os pulsos e não escreveria esta crônica.

Um grande abraço a todos, e vamos aguardar a Copa do Mundo. Tudo vai melhorar neste país, só que não!

É. É mesmo assim, mas nem sempre.

DIAS CINZAS (Samuel Rangel) Publicado em www.anjosboemios.blogspot.com

 
Estes dias realmente parecem que vão nos matar, principalmente naqueles momentos que tudo parece dar errado. O carro morreu – antes ele do que eu, a lasanha ficou salgada demais, falta gasolina para ir naquele churrasco da chácara, e quem te liga para oferecer carona é aquele cara ou aquela guria que você simplesmente não agüenta. Então você de súbito começa a procurar as câmeras escondidas, pois você jura que está participando de uma das pegadinhas ridículas do Faustão – que segue a mesma linha. Neste momento um enorme PUTA QUE PARIU começa a crescer em seu peito, e é só acontecer mais uma que você vai largar o “palavraço” (entenda-se como um palavrão de respeito). Mas pela lógica do “só me fodo”, essa oportunidade não aparece, e feito uma gravidez abominável, você fica com a criatura entalada no gogó como se fosse um útero. O dia passa e aquele ser fica chutando em sua garganta. E nada acontece.Quer saber o que fazer nessa hora?Pois é, eu também.Mas enquanto a gente não sabe a resposta, o ideal é rir de si mesmo. Já que o dia quer te fazer de palhaço, ocupe o picadeiro com dignidade. Seja o melhor palhaço do mundo, e faça os outros rirem pela tua enorme capacidade de digerir sua própria tragédia, e transformá-la em uma alegria surpreendente.
 
Só que se permite ser palhaço por um momento, poderá conhecer a alegria de receber um sorriso como este …
E sem mais palavras
 

DEVOLVE A ESPOSA E AINDA COLOCA UM ESCORT 91 NO NEGÓCIO

KIACONTECEUKIAARBITRAGEMKIAJUDOUOPALMEIRAS

 

DOIS VICES VALEM UM TÍTULO DE CAMPEÃO?

 O Atleticano e o Coxa estavam tomando uma cerveja na mesa do bar, quando enveredaram para o papo de futebol.

Depois de horas de “o meu é isso, o meu é aquilo”, o Coxa dispara o melhor argumento de todos para encerrar a encrenca:

– “O Coritiba está na segunda final seguida da Copa do Brasil”.

Sem querer deixar por menos, o Atleticano replica:

– “E dois títulos de vice valem um título de campeão?”.

O Coxa então responde:

– “Não. Se fosse assim o teu atrético era mais que campeão paranaense. Tri-Vice!”

SANTOS 2 X 2 CORITIBA (mesmos jogando com um juiz a menos)

Não cremos que o juiz realmente quisesse prejudicar o Coritiba. Cremos somente que ele é ruim mesmo! Mas serve a boa ideia do atacante Licoln: “Os piores quatro times não são rebaixados? Faz a mesma coisa com os hárbitros então.”