OBRIGADO MILLÔR FERNANDES.

Millôr Fernandes

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Algumas informações relativas às circunstâncias da morte podem mudar a qualquer instante. Editado pela última vez em 28 de março de 2012.
 
 
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Millôr Fernandes

Millôr

Nascimento 27 de Maio de 1924
Rio de Janeiro Brasil
Morte 27 de março de 2012 (87 anos)
Rio de Janeiro Brasil
Nacionalidade Brasileira
Ocupação Cartunista, humorista, escritor, tradutor, desenhista e jornalista
Influências
Principais trabalhos
  • Millôr definitivo – A bíblia do caos – 1994 – L&PM
  • Amostra bem-humorada – 1997 – Ediouro – Seleção de textos de Maura Sardinha
  • Tempo e contratempo (2ª edição) – Millôr revisita Vão Gogô – 1998 – Beca.
  • Crítica da razão impura ou O primado da ignorância – Sobre Brejal dos Guajas, de José Sarney, e Dependência e Desenvolvimento na América Latina, de Fernando Henrique Cardoso – 2002 – L&PM
  • 100 Fábulas Fabulosas – 2003 – Record
  • Apresentações – 2004 – Record.
  • Novas Fábulas E Contos Fabulosos
Gênero literário Humor
Movimento literário Modernismo
Magnum opus
  • Humor nos tempos do Collor (com L. F. Veríssimo e Jô Soares) – 1992 – L&PM
Página oficial [1]

Millôr Fernandes (Rio de Janeiro, 27 de maio de 1924[1] – Rio de Janeiro, 27 de março de 2012[2]) foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor e tradutor brasileiro.

Índice

[esconder]

Biografia

Carioca do Méier, nasceu Milton Viola Fernandes, tendo sido registrado, graças a uma caligrafia duvidosa, como Millôr, o que veio a saber adolescente. Aos dez anos de idade vendeu o primeiro desenho para a publicação O Jornal do Rio de Janeiro. Recebeu dez mil réis por ele. Em 1938 começou a trabalhar como repaginador, factótum e contínuo no semanário O Cruzeiro. No mesmo ano ganhou um concurso de contos na revista A Cigarra (sob o pseudônimo de “Notlim”). Assumiu a direção da publicação algum tempo depois, onde também publicou a seção “Poste Escrito”, agora assinada por “Vão Gogo“.

Em 1941 voltou a colaborar com a revista O Cruzeiro, continuando a assinar como “Vão Gogo” na coluna “Pif-Paf”, o fazendo por 18 anos. A partir daí passou a conciliar as profissões de escritor, tradutor (autodidata) e autor de teatro.

Já em 1956 dividiu a primeira colocação na Exposição Internacional do Museu da Caricatura de Buenos Aires com o desenhista norte-americano Saul Steinberg. Em 1957, ganhou uma exposição individual de suas obras no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Dispensou o pseudônimo “Vão Gogo” em 1962, passando a assinar “Millôr” em seus textos n’O Cruzeiro. Deixou a revista no ano seguinte, por conta da polêmica causada com a publicação de A Verdadeira História do Paraíso, considerada ofensiva pela Igreja Católica.

Em 1964 passou a colaborar com o jornal português Diário Popular e obteve o segundo prêmio do Salão Canadense de Humor. Em 1968 começou a trabalhar na revista Veja, e em 1969 tornou-se um dos fundadores do jornal O Pasquim.

Nos anos seguintes escreveu peças de teatro, textos de humor e poesia, além de voltar a expor no Museu de Arte Moderna do Rio. Traduziu, do inglês e do francês, várias obras, principalmente peças de teatro, entre estas, clássicos de Sófocles, Shakespeare, Molière, Brecht e Tennessee Williams.

Depois de colaborar com os principais jornais brasileiros, retornou à Veja em setembro de 2004, deixando a revista em 2009 devido a um desentendimento acerca da digitalização de seus antigos textos, publicados sem autorização no acervo on-line da publicação.[3]

Em 27 de março de 2012, Millôr Fernandes faleceu aos 87 anos.

No Facebook as devidas homenagens:

Samuel Rangel Um gênio. Sobre o momento, ele mesmo disse: “Esta é a verdade: a vida começa quando a gente compreende que ela não dura muito.
Millôr Fernandes.

 
  •  
    Mariângela O König “Claro, sabemos muito bem que você, aí de cima, não tem mais como evitar o nascimento e a morte. Mas não pode, pelo menos, melhor um pouco o intervalo?”.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Sim, do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Se todos os homens recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro no mundo.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Se você agir sempre com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Ser génio não é difícil. Difícil é encontrar quem reconheça isso.
    Millôr Fernandes

     
  •  
    Francisco Junior O tempo não existe, só existe o passar do tempo.
    Millôr Fernandes.

     
  • Samuel Rangel Toda uma biblioteca de Direito apenas para melhorar quase nada os dez mandamentos.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Ser pobre não é crime, mas ajuda muito a chegar lá.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Acho que ele sabia desta homenagem. rssss “A ocasião em que a inteligência do homem mais cresce, sua bondade alcança limites insuspeitados e seu carácter uma pureza inimaginável é nas primeiras 24 horas depois da sua morte.”
    Millôr Fernandes

     
  •  
    Francisco Junior Dizem que quando o Criador criou o homem, os animais todos em volta não caíram na gargalhada apenas por uma questão de respeito.
    Millor Fernandes.

     
  • Samuel Rangel Será que era sobre o Big Brother? Chama-se celebridade um débil mental que foi à televisão.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel Numa vida média de 50 anos, 80 a 100 dias são empregados pelos homens só no ato de fazer a barba. Ignora-se o que as mulheres fazem com esse tempo.
    Millôr Fernandes

     
  • Samuel Rangel é meu conforto:
    da vida só me tiram
    morto
    Millôr Fernandes

     
  •  
    Fernando De Oliveira Sikorski‎”Ninguém pode dizer que é honesto só porque não sabia da mamata” Millôr Fernandes

     

CAMPO DE FLORES – Poema de Carlos Drummond de Andrade interpretado por Paulo Autran

Deus me deu um amor no tempo de madureza,
quando os frutos ou não são colhidos ou sabem a verme.
Deus-ou foi talvez o Diabo-deu-me este amor maduro,
e a um e outro agradeço, pois que tenho um amor.

Pois que tenho um amor, volto aos mitos pretéritos
e outros acrescento aos que amor já criou.
Eis que eu mesmo me torno o mito mais radioso
e talhado em penumbra sou e não sou, mas sou.

Mas sou cada vez mais, eu que não me sabia
e cansado de mim julgava que era o mundo
um vácuo atormentado, um sistema de erros.
Amanhecem de novo as antigas manhãs
que não vivi jamais, pois jamais me sorriram.

Mas me sorriam sempre atrás de tua sombra
imensa e contraída como letra no muro
e só hoje presente.
Deus me deu um amor porque o mereci.
De tantos que já tive ou tiveram em mim,
o sumo se espremeu para fazer vinho
ou foi sangue, talvez, que se armou em coágulo.

E o tempo que levou uma rosa indecisa
a tirar sua cor dessas chamas extintas
era o tempo mais justo. Era tempo de terra.
Onde não há jardim, as flores nascem de um
secreto investimento em formas improváveis.

Hoje tenho um amor e me faço espaçoso
para arrecadar as alfaias de muitos
amantes desgovernados, no mundo, ou triunfantes,
e ao vê-los amorosos e transidos em torno,
o sagrado terror converto em jubilação.

Seu grão de angústia amor já me oferece
na mão esquerda. Enquanto a outra acaricia
os cabelos e a voz e o passo e a arquitetura
e o mistério que além faz os seres preciosos
à visão extasiada.

Mas, porque me tocou um amor crepuscular,
há que amar diferente. De uma grave paciência
ladrilhar minhas mãos. E talvez a ironia
tenha dilacerado a melhor doação.
Há que amar e calar.
Para fora do tempo arrasto meus despojos
e estou vivo na luz que baixa e me confunde
.

TODA QUINTA TEM “QUINTA QUE VEM”

TIPO ASSIM, TÁ LIGADO!

Se liga. Neste final de semana volta ao palco o sucesso. Não perca

TIPO ASSIM, TÁ LIGADO !

Tipo assim, ta ligado? é uma comédia que fala sobre o divertido e complicado universo escolar. A grande mudança comportamental desencadeada após a década de 60 incentivou os estudantes a buscarem modos cada vez mais independentes de expressão, livres da educação conservadora que vigorava até então. Entretanto, essa tão almejada liberdade trouxe uma série de novas questões ( outras nem tanto ) que até hoje intrigam pais, professores e aos próprios estudantes.

Temas como rebeldia, namoros, consumismo exagerado, descoberta do próprio corpo e sua excessiva valorização, dúvidas sexuais, bullying, internet, gírias, preconceitos, vestibular e outros, estão entre os assuntos abordados na peça. E, não por acaso, alguns desses temas são também causadores da forma contemporânea do “ conflito de gerações “.

Em Tipo assim, ta ligado? as situações escolares são mostradas de forma divertida e poética, sem julgamentos, num mosaico de cenas que ilustram a transição para o mundo adulto, decisiva para a formação do caráter de cada pessoa.

Identificamos como a razão do sucesso das 4 temporadas anteriores dessa peça, que estreou em 2005, o fato dela ser dirigida à todas as faixas etárias. Uns, identificando-se com a situação em que se encontram na escola. Outros, relembrando o seu tempo de estudante. Junte-se a isso o desejo deste elenco em superar a maneira um tanto superficial e glamourizada com que a televisão e a publicidade apresentam o universo estudantil.

O texto não conta uma estória, conta várias. Com estrutura não-linear, é feito de flashes de memória, baseado em relatos de estudantes, pedagogas e dos próprios atores.

A encenação utiliza recursos cinematográficos projetados num telão, além de elementos de stand-up comedy, música, dança e mímica.

O elenco é formado por 16 jovens atores, sob a direção de Chico Pennafiel, que tem em seu currículo trabalhos teatrais e cinematográficos com os atores Paulo Autran, Marisa Orth, Letícia Sabatella, Guta Stresser, Alexandre Nero, Hérson Capri, Camila Pitanga, Giulia Gamm e outros.

Seus próximos trabalhos a estrear são:

“ 400 contra 1 “ – Longa-metragem com Daniel de Oliveira, Daniela Escobar e Negra Li.

“ Curitiba Zero Grau “ – Longa-metragem com Jackson Antunes.

“ A estréia “ – Minissérie para a internet, onde atua e faz direção de atores.

Ficha técnica:

Direção e texto: Chico Pennafiel

Elenco: Guilherme Freitas, Carol Isolani, Larissa Laibida, Adriano Liziário, Márcia Mildemberg, Mariângela Ribeiro, Susi Ferreira, Dayanne Fiorese, Eloísa Ferrarini, Flora Silveira, Lucas Lacerda, Gabriel Augusto, Kaio de Souza, Andressa Michelotto, Andrezza Jasper e Chico Pennafiel.

Datas e horários:

21 de agosto – sábado, 
às 21h

22 de agosto – domingo, às 19h

Local:

Teatro Sol – AABB

Av. Victor Ferreira do Amaral, 771

Fones: 9199.3956 / 9932.2300 / 3264.1111

Ingressos:

R$ 20,00 – Inteira

R$ 15,00 – c/ Bônus

R$ 10,00 – Meia